MC Hariel lança “Eh Noiz ki Tá” e celebra o funk

Joao Ribeiro • 22 de agosto de 2025

MC Hariel, um dos nomes mais influentes do funk e da música urbana brasileira, lançou hoje, 21 de agosto, o aguardado álbum “Eh Noiz ki Tá”. O trabalho marca um retorno às origens do artista, com sonoridade inspirada no funk de rua, trazendo batidas intensas, letras afiadas e a energia característica das comunidades que moldaram sua trajetória. Segundo Hariel, o título do disco é mais do que uma gíria: é um grito coletivo de identidade, orgulho e presença.


Produzido por nomes de peso como Nagalli, DJ Murilo e LT no Beat, Ajaxx e DJ Perera, o álbum foi construído em torno de quatro pilares: arte, funk, cultura e união. A proposta é reafirmar o caráter coletivo do gênero, reunindo feats de destaque no cenário nacional, como Kayblack, Ferrugem, MC Cabelinho, Rael, Major RD, Neguinho da Kaxeta, Vulgo FK, MC Kako, MC Rah, entre outros. O projeto já havia sido antecipado pelo single homônimo, lançado em julho com clipe dirigido por Tico Fernandes e Kaique Alves, em parceria com a KondZilla.


Composto por 15 faixas, “Eh Noiz ki Tá” apresenta parcerias marcantes, como “Aston Martin” (com Kayblack), “Sede de Vencer” (com Ferrugem), “Sinceridade” (com MC Cabelinho), “5 Letras” (com MC Kadu e Neguinho da Kaxeta) e “Bloco de Notas” (com MC Kako). A faixa foco, “XT -2”, traz um sample do cantor e compositor brasileiro Pepeu Gomes, mesclando elementos da música popular ao ritmo das pistas, em um resultado que traduz maturidade artística sem abrir mão da espontaneidade.


Reconhecido como um dos principais representantes do funk consciente, Hariel acumula mais de 5 bilhões de streams e conta com uma base de 18 milhões de seguidores nas redes sociais. Ao longo da carreira, lançou sucessos que se tornaram verdadeiros hinos das periferias, como “Maçã Verde” e “Cracolândia”, e se consolidou como uma voz potente de transformação e valorização das quebradas.


Aos 27 anos, Hariel reafirma com “Eh Noiz ki Tá” o compromisso de fazer música como instrumento de resistência e celebração cultural. O projeto convida o público a celebrar a presença, a união e o orgulho de onde se veio, fortalecendo o lugar do funk como arte e expressão legítima da favela.

Por Joao Ribeiro 5 de janeiro de 2026
O rap brasileiro viveu um de seus anos mais fortes em 2025, consolidando-se de vez como um dos gêneros mais ouvidos do país. No topo desse movimento está Filipe Ret , que encerrou o ano como o artista dominante do rap nacional, liderando rankings de streams e figurando entre os nomes mais escutados nas principais plataformas digitais. A presença de Ret no primeiro lugar reflete não apenas sua longevidade na cena, mas também sua capacidade de dialogar com novas gerações, mantendo números expressivos e uma base de fãs fiel. Seu desempenho em 2025 reforça o rap como um gênero central no mercado musical brasileiro, deixando de ocupar apenas nichos e assumindo protagonismo no mainstream. Logo atrás de Filipe Ret, uma nova geração de artistas consolidou o trap como a principal linguagem do rap contemporâneo. Veigh , Oruam , Matuê , Bin , Orochi , BK’ e Kayblack apareceram entre os mais ouvidos do ano, mostrando a força de uma cena conectada às plataformas digitais, às redes sociais e a uma estética própria, que dialoga diretamente com o público jovem. Matuê, por exemplo, continua como um dos maiores fenômenos do streaming nacional, enquanto Veigh e Oruam ampliaram ainda mais sua presença em festivais, charts e playlists. BK’ manteve seu espaço como um dos nomes mais respeitados da cena, equilibrando discurso, estética e popularidade. Além do domínio do trap, 2025 também evidenciou a diversidade do rap brasileiro. Tasha & Tracie se destacaram como um dos nomes femininos mais relevantes do cenário, ampliando debates sobre representatividade, moda e identidade dentro do gênero. Djonga , com sua postura crítica e letras afiadas, seguiu entre os mais ouvidos, reafirmando o rap como ferramenta de reflexão social. Mesmo com a ascensão de novos nomes, os Racionais MC’s continuaram figurando entre os artistas mais escutados do país, provando a força atemporal do grupo e sua influência permanente sobre diferentes gerações. A presença dos Racionais nos rankings reforça o elo entre o rap clássico e as novas vertentes que hoje dominam o mercado. O desempenho do rap em 2025 confirma uma mudança estrutural no consumo musical no Brasil. O gênero, que nasceu como expressão periférica e resistência cultural, hoje ocupa o centro da indústria, movimenta grandes números, lota festivais e pauta discussões sociais e culturais. Com artistas liderando streams, charts e palcos, o rap brasileiro encerra 2025 como realidade consolidada. Um cenário diverso, potente e em constante transformação, onde passado, presente e futuro rimam juntos.
Por Joao Ribeiro 17 de dezembro de 2025
Goiânia será palco, nos dias 18 e 19 de dezembro , de uma experiência multicultural inédita. O 1º Festival da Cultura Migrante de Goiânia ocupará o Beco da Rua 8 , no Centro da capital, com uma programação gratuita que reúne gastronomia, arte, música, cinema, formação e debates voltados à valorização das culturas migrantes que fazem parte da cidade. O evento acontece das 16h às 23h , nos dois dias, e propõe transformar o espaço público em um ponto de encontro entre diferentes identidades, sotaques, histórias e trajetórias. A iniciativa busca evidenciar a contribuição social, cultural e econômica de povos migrantes para Goiânia, além de fortalecer o diálogo entre essas comunidades e a população local. Com entrada franca, o festival destaca a Feira Gastronômica e Cultural , que reúne sabores, artesanatos e produtos de diversas partes do mundo, como Venezuela, Haiti, Peru, Síria, Afeganistão, Cuba, entre outros países. A proposta é permitir que o público conheça e vivencie, no coração da capital, expressões culturais que fazem parte do cotidiano goianiense, mas nem sempre ganham visibilidade. “O festival valoriza histórias, memórias e culturas que enriquecem Goiânia. É um convite ao encontro, ao respeito e ao reconhecimento das contribuições dos migrantes para a cidade”, afirma Heitor Vilela , um dos organizadores do evento. Formação, diálogo e cultura urbana Além da feira, a programação inclui oficinas de produção cultural e discotecagem , voltadas especialmente para migrantes interessados em atuar na cena cultural local. As atividades buscam criar pontes entre culturas de origem e as linguagens artísticas presentes em Goiânia, fortalecendo a autonomia e a circulação de artistas e produtores migrantes. O festival também promove rodas de conversa sobre temas como documentação, direitos, trabalho, juventudes e culturas urbanas, ampliando o debate sobre pertencimento, integração e combate à xenofobia. A programação conta ainda com exibição de filme seguida de debate , abordando migração, identidade e resistência. As noites serão encerradas com discotecagens multiculturais e festas temáticas , reunindo DJs locais e migrantes, em uma celebração sonora que atravessa fronteiras e estilos musicais. Reconhecimento e políticas de integração O Festival da Cultura Migrante reforça o compromisso com políticas públicas de acolhimento e integração. Entre os objetivos da iniciativa estão a promoção de direitos, o fortalecimento de vínculos comunitários, a ampliação da visibilidade da produção cultural migrante e a criação de redes de apoio entre diferentes grupos sociais. A escolha do Beco da Rua 8 como local do evento também é simbólica: um espaço tradicionalmente ocupado pela juventude e pela cultura alternativa da cidade, agora ampliado para acolher a diversidade migrante que vive em Goiânia. "O primeiro Festival da Cultura Migrante em Goiânia representa um marco importante para o reconhecimento da diversidade cultural que forma a cidade. Ao reunir manifestações artísticas, gastronômicas e tradições ancestrais de diferentes povos migrantes e refugiados, o evento valoriza as histórias e contribuições desses grupos para o desenvolvimento social, econômico e cultural da capital. Além disso, o festival promove visibilidade e respeito, ajudando a combater preconceitos, racismo, xenofobia, intolerância religiosa e a fortalecer o sentimento de pertencimento entre migrantes, Refugiados e a população Goianiense", declara Nyna Costa, uma das organizadoras do evento. Serviço 1º Festival da Cultura Migrante de Goiânia 📅 Data: 18 e 19 de dezembro 🕓 Horário: das 16h às 23h 📍 Local: Beco da Rua 8 (atrás da Casa Liberté), Centro – Goiânia 🎟️ Entrada: gratuita
Por Joao Ribeiro 15 de dezembro de 2025
O grupo poético Goiânia Clandestina acaba de retornar ao Brasil após uma intensa imersão artística e formativa em Moçambique , realizada entre os dias 15 de novembro e 5 de dezembro . A viagem integrou o Edital Goiás Mundo Afora e consolidou uma agenda robusta de atividades culturais, encontros literários e trocas simbólicas que fortaleceram o diálogo entre a produção periférica goiana e a cena artística moçambicana. Formado por Mazinho Souza, Flávia Carolina, Helena Di Lorenza, Thaíse Monteiro, Rafael Vaz e Baale , o coletivo participou de entrevistas para a imprensa local, debates sobre literatura negra, feiras do livro, rodas de conversa e do consagrado Festival Poetas D’Alma , além de apresentações que articularam poesia, música e performance. Para Mazinho Souza, um dos fundadores do grupo, a experiência reafirma a relevância do movimento. “Volto com a certeza renovada da importância do Goiânia Clandestina, tanto pela acolhida quanto pelo impacto que o grupo gerou em Moçambique. Essa vivência reforçou nosso senso de responsabilidade sobre o trabalho que realizamos, especialmente na promoção de artistas periféricos e na atuação cultural nas bordas da cidade”, afirma. Segundo o poeta, a passagem pelo país africano também provocou reflexões profundas sobre identidade e pertencimento. “Em Moçambique, percebemos que o Goiânia Clandestina é uma ferramenta direta e potente para reduzir desigualdades. Também tivemos uma compreensão invertida sobre a suposta distância entre Brasil e África. Para eles, essa separação não existe: a diáspora construiu uma multiplicidade africana, e o reencontro com a África-mãe faz emergir um reconhecimento comum.”  Programação intensa e intercâmbio cultural A agenda teve início com uma rodada de entrevistas para veículos de comunicação moçambicanos, nas quais o coletivo apresentou sua trajetória e discutiu o papel da literatura periférica no Brasil. No mesmo dia, o grupo participou do lançamento do livro da escritora Énia Lipanga , ampliando conexões com jovens autores de Maputo. No Dia da Consciência Negra , o Goiânia Clandestina integrou a programação “Especial Paulina Doc” , no Instituto Guimarães Rosa, ao lado de José Castiano e Filimone Meigos . O encontro promoveu reflexões sobre ancestralidade, literatura e os atravessamentos da experiência negra em Brasil e Moçambique. O coletivo também foi convidado para o programa Mercado Criativo , da Televisão de Moçambique , principal emissora do país. Na atração, apresentou seus processos criativos e destacou a importância de iniciativas culturais periféricas como pontes entre territórios do Sul Global. Outro momento marcante foi a participação em uma roda de escritores na Fundação Fernando Leite Couto , reunindo autores brasileiros e moçambicanos em um diálogo sobre produção literária contemporânea. Na mesma noite, o grupo integrou o Sarau Poetas D’Alma , compartilhando versos, presença e performance em uma atmosfera de forte conexão afetiva com o público local. Poesia em diálogo com música e artes visuais A programação também incluiu o Soul’Acústico , encontro multicultural que reuniu poesia, jazz, soul e referências tradicionais. No palco, Baale, Flávia Carolina e Bhaka Yafole dividiram a cena com Lebombo , em diálogos que atravessaram experimentações vocais e poesia ritmada. A participação especial do saxofonista Gilson Jamal ampliou a dimensão sonora e simbólica do intercâmbio artístico. Estreia inédita no Festival Poetas D’Alma Encerrando a passagem por Moçambique, o Goiânia Clandestina se apresentou no Festival Poetas D’Alma , um dos mais importantes eventos de poesia performática do país. Na ocasião, o grupo estreou o espetáculo inédito “Clandestinos” , preparado ao longo de quatro meses e apresentado pela primeira vez em Maputo. A performance reuniu poemas autorais, textos consagrados da literatura brasileira e intervenções musicais, abordando temas como racismo, desigualdade social, a condição das mulheres, violência e o próprio fazer literário. A estreia marcou o ponto alto da agenda internacional, ampliando a circulação da produção periférica goiana no continente africano. Encontros com Paulina Chiziane e Mia Couto Entre os momentos mais simbólicos da viagem, o coletivo se encontrou com Paulina Chiziane , primeira mulher moçambicana a publicar um romance e vencedora do Prêmio Camões , e com Mia Couto , um dos autores mais reconhecidos da literatura em língua portuguesa. O encontro com Paulina aconteceu em um ambiente íntimo, marcado pela escuta, ancestralidade e generosidade intelectual. Suas reflexões sobre identidade, território e memória tocaram diretamente a essência do grupo, reafirmando a importância das narrativas periféricas e historicamente silenciadas. Já a conversa com Mia Couto aprofundou o diálogo Brasil–Moçambique. Em um encontro afetuoso, o autor refletiu sobre linguagem, memória e os vínculos históricos entre os dois países, reforçando a percepção de que não há distância real entre as narrativas que atravessam as duas margens do Atlântico. Para o Goiânia Clandestina, estar diante dessas duas referências foi testemunhar a palavra como instrumento de memória, pertencimento e transformação. Próximos passos A experiência em Moçambique reafirma o compromisso do coletivo com a formação, a produção independente e o fortalecimento de narrativas negras, periféricas e decoloniais , dentro e fora do Brasil. “Esperamos que essa viagem sirva de referência para outros grupos poéticos e autores independentes, mostrando o potencial da literatura como ferramenta de transformação. O trabalho continua agora do lado de cá, mirando novos horizontes”, conclui Mazinho. 📍 @goianiaclandestina
Por Joao Ribeiro 12 de dezembro de 2025
O Teatro Novo Ato recebe na próxima terça-feira, 16 de dezembro de 2025, às 21h, o show “Artefactos”, nova performance ao vivo do rapper, poeta e produtor musical ART!. Com entrada gratuita, a apresentação combina música e narrativa visual e leva ao palco a estética construída no mais recente trabalho do artista. Lançado no dia 27 de novembro de 2025, pelo selo independente Artiartificios, o álbum “ARTEFACTOS” propõe uma escavação sonora que transforma o ato de compor em um processo arqueológico: ART! resgata sons, samples e referências de diferentes épocas, tratando cada fragmento como um artefato cultural capaz de revelar camadas da história e da própria identidade. O disco transita entre BoomBap, Trap, Jazz e Soul, marcando a maturidade artística do músico. “Gosto muito da cultura do sampling. É uma forma de revisitar o passado e aprender com o que já foi feito. Cada beat é como um vestígio que carrega uma história”, afirma o artista. Ouça agora o álbum completo: https://www.youtube.com/watch?v=auoua211ATY&list=RDauoua211ATY&start_radio=1 Este projeto foi contemplado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, pelo Edital de Música Nº 10/2024, operacionalizado pelo Governo de Goiás por meio da Secretaria de Estado da Cultura. 📌Serviço: Show "Artefactos" - Rapper ART! Data : 16 de dezembro de 2025, terça-feira Local : Teatro Novo Ato - Rua Sebastião Fleury Curado, 193 - Crimeia Leste, Goiânia-GO Horário : 21 horas Entrada gratuita! Mais informações : Instagram @artiartificios
Por Joao Ribeiro 9 de dezembro de 2025
O Centro Cultural Martim Cererê, em Goiânia, recebe entre os dias 8 e 11 de dezembro o projeto Outras Lendas , uma intervenção artística que transforma um muro de 80 m² em um grande painel dedicado a mitos brasileiros pouco conhecidos. A obra é assinada pelos artistas Adrien Dorme e Yuri Lemes , que uniram grafite, pesquisa cultural e tecnologia para ressaltar narrativas que ficaram à margem do imaginário popular.  Ao contrário das figuras mais lembradas — como Saci, Curupira e Mula Sem Cabeça — o mural apresenta sete lendas raramente mencionadas pelas novas gerações: Mapinguari, Corpo Seco, Vitória Régia, Cidade Encantada, Minhocão do Pari, Capelobo e Boi Vaquim . Resgate cultural através da arte urbana A ideia do projeto nasceu de uma conversa entre Dorme e sua filha, quando ele ouviu pela primeira vez a história do Mapinguari. A descoberta despertou um interesse que se transformou em pesquisa aprofundada e trocas com artistas de outras regiões do Brasil e da América do Sul. “Percebi que existe um universo enorme de mitos que nunca foram popularizados, principalmente aqueles de origem indígena e afro-brasileira. Assim como o grafite, essas narrativas foram deixadas de lado e merecem ser vistas e valorizadas”, explica o artista. Durante toda a semana, Dorme e Lemes — que além de tatuador também é vocalista da banda goiana Aurora Rules — trabalharam na criação do painel no espaço do Martim Cererê. A obra mistura cores vibrantes, texturas e elementos simbólicos que conectam tradição, memória e contemporaneidade. Contação de histórias e tecnologia ampliam a experiência A entrega do painel ocorre nesta quinta-feira (11), com visitação gratuita das 10h às 17h . Às 16h , o ator e contador de histórias Lino Araújo apresenta uma performance especial, interpretando os mitos representados e contextualizando suas origens de forma lúdica e acessível ao público. Além da intervenção visual, o mural incorpora códigos QR que direcionam para o site oficial do projeto — outraslendas.com.br — onde visitantes podem acessar textos, registros e conteúdos adicionais sobre cada uma das lendas abordadas. Serviço — Outras Lendas O que é: Pintura de painel artístico sobre lendas brasileiras pouco conhecidas Artistas: Adrien Dorme e Yuri Lemes Quando: Produção entre 8 e 11/12; entrega oficial dia 11/12, às 16h Visitação: 10h às 17h, entrada gratuita Local: Centro Cultural Martim Cererê, Goiânia Site: www.outraslendas.com.br
Por Joao Ribeiro 8 de dezembro de 2025
A coreógrafa e dançarina Aline Maia , de 35 anos, virou destaque nacional após aparecer ao lado de Paolla Oliveira em um vídeo de samba que ultrapassou 30 milhões de visualizações nas redes sociais. A dupla dançou “Água de Chuva no Mar” no Dia Nacional do Samba, e a performance rapidamente se tornou um dos vídeos mais comentados da semana. Nascida em Jacarepaguá , no Rio de Janeiro, Aline começou a dançar aos 8 anos em um projeto social. Depois de uma mudança para Curitiba na adolescência, encontrou nas danças urbanas um novo caminho e seguiu se desenvolvendo como artista. Formada em Rádio e TV, decidiu unir audiovisual e dança, ganhando projeção com aulas, vídeos e coreografias que misturam funk, samba e cultura urbana. Aline já trabalhou com nomes como Anitta, IZA, Lexa, Kevin O Chris, Dennis DJ , além de realizar workshops em 11 países. Também integrou projetos com Dua Lipa e Cardi B .  O encontro com Paolla surgiu após uma troca de mensagens no Instagram — e o resultado foi o vídeo que apresentou Aline ao grande público. A coreografia, criada por ela e pela dançarina Dandan Firmo, foi aprendida por Paolla em apenas uma hora. Aline afirma que sua missão é representar a cultura periférica e valorizar a dança como expressão de identidade: “O meu maior objetivo é mostrar a nossa realidade e a nossa cultura com respeito.”
Por Joao Ribeiro 5 de dezembro de 2025
Maceió, Alagoas – O DJ Tubas, conhecido por ser um dos grandes ídolos do eletrofunk, foi uma das atrações que comandaram a festa na badalada edição de Natal do "Rancho do Maia", evento idealizado pelo influenciador Carlinhos Maia. O artista goiano levou seu repertório de hits e a energia contagiante que lhe renderam o apelido de "Tubarão do Eletrofunk" para o público do evento. A participação de Tubas no reality de Carlinhos Maia consolidou ainda mais sua visibilidade nacional, que já havia se expandido após a marca Deboxe, da qual Tubas faz parte, ser responsável pelos afters oficiais de uma edição anterior. O DJ se apresentou ao lado de outros nomes da cena, como Noobreak, Vinícius Cavalcante e Cíntia, mostrando por que os artistas da produtora Loop têm brilhado nos eventos de maior destaque do momento. Em suas redes sociais, Tubas e o perfil oficial do evento compartilharam registros do show, com a legenda "A trenheira aconteceu no @ranchodomaia__ tooooooma", fazendo referência a uma de suas expressões características. A edição natalina do Rancho do Maia segue recebendo diversos influenciadores e personalidades da internet, com expectativa de mais novidades e, claro, muita música. Você pode pedir a música "Bigodim Finim" em nossa programação! SEGUE O BEAT
Por Joao Ribeiro 5 de dezembro de 2025
O Favera Freestyle conquistou no último fim de semana um marco histórico para o cenário brasileiro de batalhas de rimas: o título de campeão do 1º Duelo de Times do Brasil, realizado em Belo Horizonte (MG), nos dias 28 e 29 de novembro, dentro do projeto Movimento Improviso. A competição inédita reuniu quatro equipes de peso — Cobras ObraDigital, Distrito Freestyle Team, Favera Freestyle e Sagrada Família — em uma disputa de multiformatos que colocou à prova técnica, entrosamento e a força do verdadeiro Hip Hop entre os times de MC's. Considerada a primeira competição oficial entre equipes de freestyle no país, o Duelo de Times distribuiu R$ 20 mil em premiação, sendo R$ 15 mil destinados ao time vencedor. Com uma trajetória consistente e apresentações de alto nível, o Favera Freestyle brilhou em todas as etapas e garantiu o troféu na grande final contra a Sagrada Família. No primeiro dia do Duelo de Times, o Favera Freestyle foi representado por Vitú (@vitumc081), WinniT (@oficialwinnit) e Dadin (@dadinmorant), e o time saiu invicto, vencendo as três batalhas que disputou e somando 7 pontos. Já na fase decisiva, o Favera subiu no palco com Kaemy (@kaemynem), Neguim (@neguimdazo.62), WinniT e Dadin, demonstrando sincronia, estratégia e entrega até o último round. Para a capitã Kaemy, a conquista simboliza um novo momento para o coletivo: "Para nós essa vitória representa a certeza que estamos no caminho certo, pudemos ver o quanto o time está sincronizado nas rimas e no objetivo principal, que é mostrar nosso talento de forma profissional. Fico muito grata em saber que faço parte do primeiro time campeão do Brasil. Daqui 10 anos vão lembrar do que estamos fazendo agora e isso nos motiva a continuar mostrando nossa força e união." WinniT também celebrou o feito destacando a essência da cultura: "O Favera é o 5º elemento na prática, a vitória do nosso time simboliza o resultado do que a união, o comprometimento e o respeito que o hip-hop prega, a seriedade e o respeito com que a cultura deve ser tratada! A favela organizada criando referências dentro do mercado e oportunidades para a comunidade!" Formado por grandes nomes da rima improvisada que representam os territórios de Goiás, São Paulo e Pernambuco, o Favera Freestyle reforça sua identidade como um coletivo comprometido com o fortalecimento e a profissionalização das batalhas de rima, sem abrir mão da essência do Hip Hop e de valores fundamentais como diversidade, inclusão e protagonismo periférico. O título no 1º Duelo de Times consolida o Favera Freestyle como uma das principais forças do improviso nacional e celebra um passo importante para o reconhecimento e estruturação das batalhas como modalidade artística e esportiva no país.
Por Joao Ribeiro 4 de dezembro de 2025
O Passeio das Águas Shopping, em parceria com a TV Anhanguera, realiza a nova edição da campanha “Natal com Amor”. A ação solidária busca levar alegria, esperança e acolhimento para crianças em situação de vulnerabilidade social neste fim de ano. A iniciativa segue até o dia 14 de dezembro com dois pontos de arrecadação de brinquedos em bom estado: no próprio shopping e na sede da emissora. No Passeio das Águas, os clientes podem realizar suas doações diariamente, durante todo o horário de funcionamento do Gigante de Goiás. O lançamento oficial da campanha ocorrerá no shopping, com o espetáculo natalino e show sertanejo de Rafael Rara e Thaynara Alves, criando uma atmosfera de celebração e convidando o público a participar da corrente de solidariedade. O encerramento, também será marcado por apresentações musicais que reforçam o espírito de união característico da época. As doações arrecadadas serão entregues nos dias 17, 18 e 19 de dezembro, em parceria com a CUFA – Central Única das Favelas. Cada ação contará com a presença de dois apresentadores da TV Anhanguera — Lilian Lynch, Thiago Vieira, Handerson Panciere, Suelen Reis, Karla Izume e Johnathan Moreira — que participarão da entrega dos brinquedos e da celebração com as crianças. Segundo Victória Soares, gerente de Marketing do Passeio das Águas, participar da campanha é uma forma de fortalecer o compromisso social do empreendimento. “O Natal é um período especial, marcado por afeto, cuidado e responsabilidade com o próximo. Para nós, é uma honra receber a campanha ‘Natal com Amor’ e contribuir para transformar a realidade de tantas crianças”, comenta. SERVIÇO Campanha Natal com Amor Quando : Até o dia 14 de dezembro Locais de arrecadação: * Shopping Passeio das Águas * Sede da TV Anhanguera
Por Joao Ribeiro 2 de dezembro de 2025
A Prefeitura de Goiânia realizou, na manhã desta terça-feira (2/12), uma reunião com representantes dos blocos carnavalescos da cidade para discutir a organização do Carnaval 2025. O encontro teve a presença do prefeito Sandro Mabel, da Secretária Municipal de Governo Sabrina Garcez e do Secretário de Cultura Ugton Batista, e marcou o início das tratativas para garantir uma festa estruturada e segura para toda a população. Representantes de dezenas de blocos compareceram, levando estandartes e símbolos que representam a pluralidade do carnaval goianiense. Entre eles, grupos tradicionais, coletivos de bairros e blocos ligados à cultura urbana, ao hip hop, à black music e aos movimentos periféricos, reforçando o caráter diverso e pulsante da festa na capital. Durante a reunião, os blocos apresentaram demandas essenciais para o bom funcionamento do evento, como segurança reforçada, organização do trânsito, licenciamento, estrutura de limpeza e apoio operacional da prefeitura. Segundo os organizadores, as solicitações têm como objetivo garantir que o Carnaval cresça de forma responsável, acolhendo todos os públicos e valorizando a ocupação democrática do espaço urbano. “A Liga está organizada e pronta para entregar o melhor carnaval da história de Goiânia. Com o apoio da prefeitura vamos mais longe. A economia, a cultura, o turismo e o lazer agradecem”, ressalta Vitor Cadillac, presidente da liga. A Secretária Sabrina Garcez destacou a importância do Carnaval para a economia criativa e para a diversidade cultural de Goiânia. Tanto ela quanto o prefeito ressaltaram que o diálogo com os blocos seguirá aberto nas próximas semanas, quando as definições técnicas serão aprofundadas pelas equipes responsáveis.
VER MAIS