MC HARIEL INOVA COM EP "ALMA IMORTAL" E VIDECLIPE INTERATIVO

Joao Ribeiro • 19 de dezembro de 2023

MC Hariel surpreendeu seus fãs com o lançamento de um EP inédito intitulado "Alma Imortal". Composto por sete faixas exclusivas, o destaque fica por conta do videoclipe da faixa "Modificar", que vai além da experiência convencional, ao oferecer uma oportunidade interativa aos fãs. No canal oficial de MC Hariel no YouTube, os espectadores têm o poder de decidir entre dois finais distintos, permitindo que moldem o desfecho da história apresentada no clipe.



O EP “Alma Imortal" vai além, em termos de conceito e inovação. Haridade(apelido carinhoso recebido dos fãs), convida seu público a uma reflexão sobre a verdadeira essência das coisas e como a superficialidade do cotidiano pode influenciar nossas escolhas. Entre as faixas, o disco apresenta interlúdios que formam um manifesto de ideias reforçadas em cada composição.

Essa abordagem inovadora destaca a habilidade de MC Hariel em se reinventar e se conectar de maneira única com seu público. A fusão entre a sonoridade envolvente do EP "Alma Imortal" e a experiência interativa do videoclipe demonstra a busca constante do artista por novas formas de entreter e cativar seus fãs.


Para vivenciar essa experiência e participar da escolha do destino da história em "Modificar", basta acessar o canal oficial de MC Hariel no YouTube. O EP "Alma Imortal" está disponível em diversas plataformas de streaming, permitindo que os fãs mergulhem na diversidade sonora e nas emoções transmitidas por cada faixa.


Você pode encontrar o link para esse material, também no site da MOOV: moov.radio.br



19 de fevereiro de 2026
Com mais de dez anos de atuação na produção cultural, Thiago Nunes construiu sua trajetória começando pelos bastidores operacionais até assumir funções estratégicas como Diretor de Eventos e Produtor Técnico. Ao longo do caminho, acumulou experiências com artistas nacionais, projetos incentivados e festivais que ajudaram a fortalecer a cena independente de Goiânia. Hoje, ele é um dos profissionais que acompanham de perto a transformação da noite na capital, unindo gestão, curadoria e visão de mercado. Na entrevista a seguir, Thiago fala sobre aprendizados, desafios, impacto social da cultura e o que o motiva a seguir investindo na música e nos eventos da cidade.  Entrevista | Thiago Nunes Como você começou na produção cultural? Eu comecei lá atrás trabalhando mais na parte operacional mesmo, produção de palco, ajudando na organização dos eventos, lidando direto com banda, equipe técnica… e fui me apaixonando pelo processo todo. Com o tempo, fui entendendo não só a parte artística, mas também a gestão, o financeiro, a curadoria. Hoje eu já estou há mais de 10 anos nessa área e basicamente respiro produção cultural. Você já trabalhou com muitos artistas e casas importantes. O que essas experiências te ensinaram? Me ensinaram principalmente jogo de cintura (risos). Evento nunca sai 100% como planejado, então você precisa ser ágil, resolver problema rápido e manter a calma. Trabalhar com artistas nacionais e internacionais também me trouxe uma visão mais profissional sobre padrão técnico, organização e experiência do público. O Projeto Eixo Musical foi um marco na sua carreira. Como foi essa experiência? Foi muito especial. A proposta era levar música e arte para lugares onde normalmente não tem esse tipo de programação, como terminais de ônibus e espaços públicos. Eu cuidava desde a curadoria até a prestação de contas das leis de incentivo. Foi ali que eu realmente entendi o impacto social que a cultura pode ter. Hoje você atua como Diretor de Eventos e Produtor Técnico. Como é sua rotina? É intensa (risos). Envolve curadoria, negociação com artista, planejamento financeiro, marketing, logística, som, luz… às vezes estou resolvendo contrato e cinco minutos depois estou conferindo rider técnico. Em 2025, por exemplo, foram mais de 80 eventos só em um dos espaços. Então é muita organização e muita paixão pelo que faço. Você também está envolvido com festivais importantes. O que mais te motiva nesses projetos? Fortalecer a cena local. Eu acredito muito na música independente e em criar pontes entre artistas e público. Festival é um desafio enorme, mas quando você vê o público conectado, artistas felizes e a cena crescendo, vale cada segundo. Qual é o seu diferencial como profissional? Acho que é justamente ter passado por todas as etapas. Eu já carreguei equipamento, já fui chefe de palco, já cuidei de camarim, já fiz prestação de contas… então hoje, quando eu dirijo um evento, eu entendo cada detalhe do processo. Isso me dá uma visão mais completa e estratégica.
Por Joao Ribeiro 10 de fevereiro de 2026
O Carnaval será estendido em Goiânia: o Festival Mafuá chega à capital com uma programação gratuita que integra música, dança, oficinas criativas e diferentes atrações artísticas. O evento será realizado nos dias 21 e 22 de fevereiro, no Centro Cultural Martim Cererê, com o propósito de valorizar artistas locais, democratizar o acesso à folia e promover ações voltadas à sustentabilidade, diversidade e inclusão. Idealizado por produtores culturais goianos, o Mafuá nasceu da necessidade de ampliar as opções de Carnaval na capital, oferecendo uma alternativa acessível e gratuita para além dos blocos tradicionais, geralmente pagos. No dia 21, a partir das 13h, o público poderá participar da Oficina de Upcycling e confecção de peças carnavalescas, com Thaluuk. No dia 22, a oficina “Lixo ritmado, batuque reciclado” será conduzida pelo Grupo Vida Seca, a partir das 10h. Também no dia 22, a programação musical terá início às 13h e incluirá shows do Coletivo Selvática, Grupo Dona da Roda e Bloco Tambores do Orum, além de uma performance de Stella de Eros. Entre os principais diferenciais do evento está o lineup diversificado, que transita pelo samba, discotecagem, culturas afro e ballroom. O festival também se destaca pelo compromisso com a acessibilidade, oferecendo infraestrutura adequada, intérprete de Libras nos shows de samba e comunicação digital com legendas e texto alternativo. “O Festival Mafuá surgiu do nosso desejo de permitir que o Carnaval em Goiânia seja acessível e diverso. Queremos criar um espaço em que a cultura e o cerrado goiano sejam valorizados. O apoio da Lei Aldir Blanc, por meio do Governo de Goiás, é fundamental para que esse projeto se fortaleça e alcance cada vez mais pessoas que querem aproveitar o carnaval, mas não têm acesso aos blocos pagos ”, destaca Nikolly dos Santos Neto, coordenadora de produção do evento. Na primeira edição, realizada em 2024, o Festival Mafuá reuniu cerca de 1.500 pessoas, contou com a participação de 14 artistas, capacitou 50 pessoas em oficinas e arrecadou mais de 900 litros de leite. Neste ano, a entrada para os shows continua gratuita, com sugestão de doação voluntária de 1 litro de leite como ingresso solidário. As oficinas exigem inscrição prévia online, por meio de formulário a ser divulgado nas redes sociais do evento. Serviço: Evento: Festival Mafuá Quando: 21 e 22/02 Onde: Centro Cultural Martim Cererê Horário: Dia 21: Oficina às 13h. Dia 22: Oficina às 10h e programação musical às 13h. Entrada: Gratuita. Para oficinas, é necessário inscrição prévia. Instagram: @mafuafestival
Por Joao Ribeiro 10 de fevereiro de 2026
A programação de Carnaval do Lowbrow Lab Arte & Boteco chega ao fim neste domingo, dia 15 de fevereiro, com a realização da segunda edição do QU3BRA , evento que promete ocupar o espaço e o calçadão com uma maratona musical e artística ao longo de todo o dia. A partir das 14h, o público poderá conferir um verdadeiro mini festival, que reúne mais de 15 artistas da cena local e tem como grande destaque a presença do DJ CIA (SP) , um dos nomes mais respeitados do hip hop e do rap nacional. Criado em 2023, o QU3BRA surgiu com a proposta de fortalecer a cena de rap, trap, funk e outros desdobramentos da música eletrônica, além de promover a quebra de preconceitos e valorizar as expressões culturais das periferias. A edição de Carnaval consolida o evento como um dos pontos altos da folia alternativa em Goiânia, reunindo música, arte, diversidade e ocupação do espaço urbano. Além do DJ CIA, o line-up conta com nomes como DJ Lu, Rakel Reis, Renedy, PKN, Chosen, Set das Minas, Yanz, Os Girassom, Fuji, Nubreak, Tobeats, Ju Gonzaga e Olakunle , entre outros artistas que comandam a pista ao longo do dia. A proposta é criar uma experiência contínua, com diferentes sonoridades dialogando entre si e refletindo a potência da produção cultural local. A programação vai além da música. O público também poderá acompanhar grafite ao vivo, exposições de arte, feira criativa, sala sensorial e ações de sustentabilidade , ampliando a experiência para além dos shows e reforçando o caráter multidisciplinar do evento. A pré-festa do QU3BRA, realizada na última sexta-feira (6), teve casa cheia e funcionou como um esquenta para a edição deste domingo. Referência nacional DJ CIA é considerado um dos maiores DJs e produtores do hip hop brasileiro. Com uma trajetória marcada por prêmios em batalhas de DJs e atuação como jurado em importantes competições do gênero, o artista também se consolidou como produtor musical de referência. Entre seus trabalhos mais emblemáticos está a produção do álbum “Cores e Valores” , dos Racionais MC’s , além de colaborações com nomes como Daniela Mercury, Caetano Veloso, Elza Soares, Seu Jorge e Ana Carolina . Fundador da gravadora BEATLOKO , DJ CIA mantém intensa atuação no Brasil e no exterior, com apresentações em grandes palcos e festivais como o Réveillon de Copacabana, Lollapalooza e PercPan, além de turnês pela Europa, Estados Unidos, Japão e Austrália. Em sua trajetória, carrega ainda a história do grupo RZO – A Rapaziada da Zona Oeste , um dos pilares do rap nacional, responsável por revelar artistas como Negra Li e Sabotage . Os ingressos para o QU3BRA estão disponíveis na plataforma Sympla , pelo valor de R$ 30 , mais taxa de serviço. O Lowbrow Lab Arte & Boteco está localizado na Avenida Transbrasiliana, nº 434, no Parque Amazônia, em Goiânia. SERVIÇO QU3BRA – Festival 📅 Data: Domingo, 15 de fevereiro ⏰ Horário: A partir das 14h 📍 Local: Lowbrow Lab Arte & Boteco – Av. Transbrasiliana, nº 434, Qd. 243, Lt. 20, Parque Amazônia – Goiânia (GO) 🎟️ Ingressos: R$ 30 pela plataforma Sympla 📲 Mais informações: @lowbrow.arte | @lowbrow.galeria
Por Joao Ribeiro 9 de fevereiro de 2026
O Super Bowl 2026 foi muito além de futebo americano e música. Foi território latino. Foi perreo, foi estética de quebrada, foi política feita no palco mais vigiado dos Estados Unidos. Bad Bunny pegou o intervalo do maior evento esportivo do país e transformou tudo em um grito coletivo da América Latina . Direto de Porto Rico pro mundo, o artista levou sua identidade sem pedir licença. Teve bandeira, teve corpo, teve dança, teve som latino ecoando num espaço que historicamente sempre foi branco, americano e conservador. Bad Bunny não suavizou nada: colocou o perreo no centro, levou sua casita pro palco e mostrou que cultura latina não é tendência, é raiz. O cenário virou ponto de encontro da latinidade global. Pedro Pascal, Karol G, Cardi B, Young Miko, Jessica Alba, Alix Earle e outras figuras circularam como quem entende o recado: aquilo não era só um show, era representatividade ocupando espaço . As participações foram simbólicas. Lady Gaga entrou no jogo latino com uma versão em salsa de “Die With a Smile” e dançou “Baile Inolvidable”, enquanto Ricky Martin chegou trazendo memória, história e emoção em “Lo Que Le Pasó a Hawaii”. Diferentes gerações, um mesmo continente. No final, Bad Bunny fez o que poucos têm coragem naquele palco: citou todos os países da América, incluindo o Brasil , e deixou uma mensagem simples, direta e necessária: “A única coisa maior que o ódio é o amor.” "God Bless America" Num país marcado por muros, discursos anti-imigração e apagamentos culturais, Bad Bunny usou o Super Bowl como ferramenta de afirmação política, estética e afetiva . Mostrou que a América é múltipla, conectada e viva. Os vídeos já circulam nas redes e deixam claro: aquele intervalo não foi entretenimento. Foi história sendo escrita em espanhol, com ritmo caribenho e consciência latina .
5 de fevereiro de 2026
O Grito Goiânia realiza mais uma edição durante o Carnaval e reafirma seu papel como uma das principais alternativas culturais da cidade no período festivo. Criado em 2005, o festival chega a 2026 consolidado como um evento voltado à diversidade musical, à juventude e à valorização da cena independente, reunindo diferentes estilos, linguagens e públicos. A edição deste ano acontece no dia 21 de fevereiro , no Centro Cultural Martim Cererê , a partir das 16h , com entrada gratuita mediante doação de 1kg de alimento não perecível ou 1 litro de leite . Os ingressos devem ser retirados previamente pela plataforma Shotgun . Realizado em rede em sua criação, o Grito integrou um circuito que acontece simultaneamente em mais de 150 cidades do Brasil e do mundo , conectando cenas locais e promovendo intercâmbio cultural. Em Goiânia, o festival nunca deixou de acontecer e mantém seu compromisso histórico com a música autoral, a diversidade e a ocupação criativa dos espaços públicos. A programação será distribuída em dois palcos. No Palco Biomma , se apresentam A Última Theoria, Rocco, Johnny Suxxx e as Panteras, Sheena Ye, Línguas Envenenadas, Tatame e Vertigo. Já o Palco Smirnoff recebe uma sequência de DJs com sets que transitam por funk, pancadão, latinidades, brasilidades, emo e música eletrônica, com nomes como Bruna Mendez, Devito, Gabi Mattos, Barbara Novaes, DJ Lu, Danni Ribbs, Kaemi, Jorgão, Faell e DJ Satiko Natasha. Com uma proposta plural e inclusiva, o Grito Goiânia segue fortalecendo a cena cultural local e oferecendo ao público uma experiência coletiva que vai além do carnaval tradicional, unindo música, diversidade e ocupação cultural até a noite. SERVIÇO | GRITO GOIÂNIA 2026 📅 Data: 21 de fevereiro 📍 Local: Centro Cultural Martim Cererê, Goiânia 🕓 Horário: a partir das 16h 🎟 Entrada: gratuita, mediante doação de 1kg de alimento não perecível ou 1 litro de leite 🎫 Ingressos: retirada antecipada pela plataforma Shotgun Programação Palco Biomma 23h – A Última Theoria 22h – Rocco 21h – Johnny Suxxx e as Panteras 20h – Sheena Ye 19h – Línguas Envenenadas 18h – Tatame 17h – Vertigo  Palco Smirnoff 21h30 – DJ Set Funk e Pancadão (Bruna Mendez & Devito) 20h30 – DJ Set Latinidades & Brasilidades (Gabi Mattos & Barbara Novaes) 19h30 – DJ Set Emo Night 18h30 – DJ Lu convida Danni Ribbs & Kaemi 17h30 – Jorgão & Faell 16h30 – DJ Satiko Natasha
Por Joao Ribeiro 4 de fevereiro de 2026
O Grammy Awards 2026 consagrou Bad Bunny como o maior vencedor da noite . O artista porto-riquenho levou três gramofones , incluindo o principal prêmio da cerimônia, Álbum do Ano , com Debí Tirar Más Fotos, tornando-se o primeiro artista da história a vencer a categoria com um disco gravado inteiramente em espanhol . Além do prêmio máximo, Bad Bunny venceu nas categorias Melhor Álbum de Música Urbana e Melhor Performance de Música Global , consolidando o impacto global de sua obra e o protagonismo da música latina no maior palco da indústria fonográfica. Apesar do destaque e da expectativa do público, o cantor não se apresentou na cerimônia , o que gerou estranhamento entre fãs e espectadores. A ausência, no entanto, teve um motivo contratual. Por que Bad Bunny não cantou no Grammy? Bad Bunny está confirmado como a atração principal do Halftime Show do Super Bowl , que acontece neste domingo (8) , no Levi’s Stadium , na Califórnia. Uma das cláusulas do contrato firmado com a NFL impede que o artista realize outras performances musicais durante o período que antecede o show de intervalo da final da liga de futebol americano. A situação foi mencionada durante a transmissão do Grammy pelo apresentador Trevor Noah , que explicou ao público o motivo da ausência. Mesmo assim, em um momento descontraído, Bad Bunny acabou soltando uma breve palinha de “DtMF” , uma das faixas mais populares do álbum premiado. Discurso contra o ICE gera repercussão A vitória histórica também foi marcada por um forte discurso político . Ao receber o prêmio de Álbum do Ano, Bad Bunny criticou o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos) , em meio a um cenário de endurecimento das políticas migratórias no país. “Não somos selvagens, não somos animais, não somos alienígenas. Somos humanos e somos americanos”, declarou o artista, emocionado. A fala repercutiu imediatamente e chegou até a NFL , levantando questionamentos sobre a possibilidade de manifestações políticas durante o Super Bowl. NFL comenta discurso e show do Super Bowl Em coletiva de imprensa, o comissário da NFL, Roger Goodell , foi questionado se esperava novas declarações políticas por parte de Bad Bunny durante o evento esportivo. O dirigente afirmou que o Super Bowl não é o espaço adequado para manifestações desse tipo e disse confiar no entendimento do artista sobre a dimensão do palco que ocupa. Segundo Goodell, Bad Bunny foi escolhido não apenas por sua relevância artística, mas também por compreender o papel do evento como um momento de união e entretenimento global . “Essa plataforma serve para reunir pessoas por meio da criatividade e do talento. Acredito que Bad Bunny entende isso e fará uma grande apresentação”, afirmou o comissário. Música, cultura e política Mesmo impedido de cantar no Grammy, Bad Bunny saiu da premiação como o nome mais comentado da noite , tanto pelo feito histórico quanto pela coerência entre sua obra e seu posicionamento público. Debí Tirar Más Fotos é um álbum que mistura reggaeton, rap e pop , celebra a cultura porto-riquenha e aborda temas como memória, identidade e colonialismo. Às vésperas do Super Bowl, o artista chega ao maior evento esportivo dos Estados Unidos como símbolo cultural e político de uma geração , ampliando o alcance da música latina em um dos palcos mais vistos do planeta.
Por Joao Ribeiro 4 de fevereiro de 2026
Liniker anunciou oficialmente o lançamento de “Charme” , faixa apresentada pela primeira vez em dezembro durante sua participação na Mesinha do Tiny Desk Brasil . A música chega às plataformas de streaming nesta quinta-feira (5) e já é tratada pelos fãs como um dos lançamentos mais aguardados da artista neste início de ano. Na época da estreia, “Charme” chamou atenção pela atmosfera sensível e pela força poética da letra, que dialoga com identidade, corpo e liberdade, marcas já consolidadas na trajetória de Liniker. Segundo a própria cantora, a canção nasceu a partir de um período de forte conexão com a natureza. Em declaração anterior, a artista revelou que compôs a faixa após viver experiências intensas na Amazônia, especialmente durante uma temporada na Ilha de Marajó , onde passou por momentos de introspecção e inspiração. “Foi muito banho de rio”, contou Liniker ao falar sobre o processo criativo da música. Com uma carreira marcada por performances potentes e uma estética musical que mistura soul, MPB e pop contemporâneo, Liniker segue ampliando seu impacto na música brasileira. O lançamento de “Charme” reforça esse momento artístico e deve ganhar destaque nas playlists e nas redes nos próximos dias. A música estará disponível em todas as plataformas digitais a partir desta quinta-feira.
Por Joao Ribeiro 28 de janeiro de 2026
Os rappers WIU e Teto divulgaram novos detalhes sobre o aguardado álbum colaborativo “Colapso Global” , um dos lançamentos mais esperados do rap nacional neste início de ano. Em entrevista ao Portal POPline , concedida após uma apresentação em Salvador, a dupla confirmou que o projeto contará com 11 faixas inéditas e terá a participação especial do rapper cearense Don L . O álbum marca um novo capítulo na parceria entre os dois artistas, que já acumulam sucessos e milhões de streams em colaborações anteriores. Com “Colapso Global”, WIU e Teto apostam em expandir suas fronteiras sonoras e consolidar de vez a química artística que os conecta dentro do cenário do trap brasileiro. A participação de Don L é a primeira colaboração oficialmente confirmada no disco e adiciona um peso lírico significativo ao projeto. Reconhecido por sua escrita afiada e por trabalhos que dialogam com crítica social e inovação estética, o rapper deve contribuir para ampliar o alcance conceitual do álbum. Apesar da confirmação, WIU e Teto optaram por manter em sigilo os demais nomes que podem integrar a tracklist, aumentando a expectativa do público para o lançamento. A estratégia reforça o clima de mistério em torno do projeto, que já vem movimentando fãs e a cena do rap nas redes sociais. Com forte expectativa do mercado e do público, “Colapso Global” surge como uma das principais apostas do rap nacional em 2026, reunindo duas das maiores vozes da nova geração e a participação de um dos nomes mais respeitados da cena.
Por Joao Ribeiro 22 de janeiro de 2026
O cinema brasileiro voltou a ocupar lugar de destaque no cenário internacional. O filme “O Agente Secreto” conquistou quatro indicações ao Oscar 2026 , reforçando a força da produção nacional na maior premiação do audiovisual mundial. O longa aparece nas categorias de Melhor Filme , Melhor Elenco , Melhor Ator, com Wagner Moura e Melhor Filme Internacional , feito que não acontecia com uma produção brasileira desde Cidade de Deus, em 2004. O anúncio dos indicados foi feito na manhã desta quinta-feira (22), diretamente de Los Angeles, e trouxe uma surpresa especial: a indicação em Melhor Elenco , categoria inédita no Oscar após duas décadas sem novas inclusões. Nela, o filme brasileiro disputa espaço com produções como Hamnet, Marty Supreme, Uma Batalha Após a Outra e Pecadores, reforçando o reconhecimento coletivo do trabalho artístico do longa. Na categoria de Melhor Filme Internacional , considerada uma das mais aguardadas para o Brasil, O Agente Secreto enfrenta títulos do Irã, Noruega, Espanha e Tunísia. Já Wagner Moura , indicado a Melhor Ator , concorre com nomes de peso do cinema mundial, como Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio, Michael B. Jordan e Ethan Hawke, ampliando ainda mais a visibilidade do cinema nacional. A produção também aparece na disputa pelo prêmio máximo da noite, Melhor Filme , ao lado de grandes lançamentos internacionais como Frankenstein, F1, Bugonia e Pecadores. A cerimônia do Oscar está marcada para o dia 15 de março , com apresentação do comediante Conan O’Brien . Além do sucesso de O Agente Secreto, o Brasil celebra outra indicação importante: Adolpho Veloso concorre a Melhor Fotografia pelo filme Sonhos de Trem. As indicações consolidam um momento histórico para o audiovisual brasileiro, que volta a chamar atenção do mundo com narrativas fortes, atuações marcantes e reconhecimento técnico.
Por Joao Ribeiro 22 de janeiro de 2026
Goiânia recebe nesta sexta-feira, 23 de janeiro , o projeto Dominguinho , que reúne João Gomes, Mestrinho e Jota.Pê , três dos principais nomes da nova música brasileira. O show acontece no Centro Cultural Oscar Niemeyer e já vendeu mais de 75% dos ingressos em menos de um mês , confirmando a alta expectativa do público goiano pela apresentação. O espetáculo celebra o álbum “Dominguinho” , vencedor do Grammy Latino 2025 , gravado no Sítio Histórico de Olinda. O projeto apresenta um repertório de 12 faixas , que mistura canções inéditas, sucessos dos artistas e releituras marcantes, com uma proposta intimista que valoriza o afeto, a brasilidade e a força da música popular de raiz. Além do reconhecimento da crítica, o álbum tem forte alcance nas plataformas digitais, somando quase um milhão de streams diários , reflexo da conexão criada entre os artistas e o público. No palco, João Gomes, Mestrinho e Jota.Pê conduzem um show que transita entre o forró, o sertão e a música nordestina contemporânea, criando uma experiência sensível e próxima do público.  Os ingressos seguem à venda pela plataforma Ticketwork , com opções de pista, frontstage e área VIP. A organização também disponibiliza a meia social , válida para todos mediante a doação de 1kg de alimento não perecível na entrada do evento. A abertura dos portões está marcada para 18h , e a expectativa é de casa cheia no Oscar Niemeyer.
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