Festival de Cinema Feminino Ganha Versão Itinerante

Joao Ribeiro • 1 de agosto de 2024

O Festival de cinema feminino Pode Ponto Cine, criado para oferecer espaços de exibição, formação e discussão do cinema feito por mulheres, que foi sucesso em sua primeira edição que aconteceu em maio de 2024, em Goiânia, ganha agora uma versão itinerante pelo interior do estado Goiano. O Primeiro Festival Pode Ponto Cine itinerante terá como primeiro destino a cidade de Cavalcante, no coração da Chapada dos Veadeiros. O evento acontece de 02 a 04 de agosto e, diferente da edição da capital, irá contar com um desafio de cinema feito em 24 horas. Nele, equipes de qualquer lugar do planeta serão desafiadas a criar um filme Curta-metragem no período de 24 horas. O modelo de desafio de cinema, muito comum em festivais pelo mundo, chegou a Goiás em 2016 pelo “Festival Go Film” e agora ganha uma roupagem que valoriza o cinema feminino com o “Festival Pode Ponto Cine”. 


Desafio 

Para se inscrever a equipe precisa ter 3 integrantes maiores de 18 anos, onde pelo menos uma delas deve ser mulher. Esta mulher deverá obrigatoriamente preencher a função de Direção, Roteiro ou produção. A inscrição é online e gratuita. O início do desafio será na sexta-feira 02 de Agosto pontualmente as 19 horas, onde nas redes sociais do festival, serão divulgados 3 itens obrigatórios que deverão constar no filme. A partir daí, as equipes terão exatas 24 horas para produzir, gravar, editar e enviar os filmes até as 19 horas do dia 03 de Agosto. Os filmes que cumprirem todos os requisitos do regulamento já estarão pré-selecionados para participar da mostra competitiva que irá distribuir entre os melhores filmes o troféu “Pipoca de Ouro” e um prêmio de R$ 2 mil reais ao grande vencedor do festival. 


Uma câmera e uma ideia 

A proposta do festival é estimular o surgimento de novos nomes no audiovisual, já que os filmes poderão ser gravados mesmo com a câmera de um celular. Para Kely Carvalho, Diretora do Festival “Iniciativas como estas são importantes para cineastas iniciantes, para que eles possam ter seu primeiro filme exibidos em uma mostra competitiva de um festival, estimulando assim o nascimento de novas diretoras, produtoras e roteiristas, o que fortalece o audiovisual feminino!”  


Mentoria 

As equipes participantes poderão contar (de maneira presencial ou remota) com a mentoria de um casal de diretores Baianos que irão ao Festival exatamente para trazer aos participantes aquela ajuda extra na hora de tirar uma dúvida, ou aprender uma técnica especial para a execução do filme. A mentoria (que será oferecida gratuitamente aos cineastas inscritos no desafio) contará com os premiados diretores Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter, da produtora independente Olho de Vidro que com 10 anos de atuação no mercado somam no currículo com seus filmes 62 premiações e mais de 350 seleções em festivais. 


 


 

 


Oficinas 

Além do desafio de cinema, os participantes do festival poderão aproveitar diversas oficinas gratuitas com temas como: Pilotagem de drone, som direto para cinema, maquiagem de efeitos especiais, produção de filmes de baixo orçamento e narrativa para filmes de terror. 


Mostras 


Além da mostra competitiva o festival irá contar com uma mostra paralela com uma seleção de filmes que participaram da I Edição do Festival em Goiânia além de uma mostrinha com filmes voltados para o público infantil. 

 


Serviço 

I Festival de Cinema Feminino Pode Ponto Cine – Edição Itinerante 


Quando: 02 a 04 de agosto de 2024 

Onde: Na sede do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - Cavalcante-GO 


Informações/inscrições: Pelo perfil do instagram @podepontocine 


Assessoria de Imprensa: Aline Willik (62) 98237-8871 

Este Festival tem o patrocínio do Governo de Goiás/Secrult através da Lei Paulo Gustavo 


Por Joao Ribeiro 3 de julho de 2026
Após sete anos sem lançar um álbum de estúdio, Rincon Sapiência está de volta com "Um Corpo Preto", seu terceiro trabalho de estúdio. Lançado no dia 30 de junho, pelo selo MGoma, o projeto chega às plataformas digitais como uma obra que coloca no centro da narrativa as vivências do corpo preto, a ancestralidade e a potência criativa da música negra. Com 17 faixas, o rapper paulistano apresenta um trabalho que amplia sua pesquisa musical ao transitar por diferentes sonoridades, como rap, samba, reggae, dancehall, afrobeats, funk e música eletrônica. A proposta reafirma a identidade artística de Rincon, conhecido por romper fronteiras dentro do rap nacional sem abrir mão das críticas sociais, da estética afrocentrada e da valorização da cultura negra. Além da diversidade sonora, o álbum reúne participações especiais de Péricles, Dino D'Santiago, Lino Krizz, Funk Buia, Mylena Drague, Marissol Mwaba, Torya, F7rança e Bren9ve, ampliando os diálogos entre diferentes gerações e expressões da música de matriz africana. "Um Corpo Preto" se apresenta como um manifesto artístico sobre identidade, pertencimento e resistência. Ao longo das faixas, Rincon propõe reflexões sobre o significado de existir em um corpo preto na sociedade contemporânea, transformando experiências individuais e coletivas em música. O lançamento sucede "Mundo Manicongo: Dramas, Danças e Afroreps" (2019) e reforça a evolução da trajetória iniciada com "Galanga Livre" (2017), álbum que consolidou Rincon Sapiência como um dos principais nomes da nova geração do rap brasileiro. Com uma produção que mistura ritmos da diáspora africana e letras marcadas por consciência social, criatividade e experimentação, "Um Corpo Preto" reafirma o compromisso do artista em expandir os horizontes da música brasileira, celebrando a cultura negra e suas múltiplas possibilidades de expressão. O álbum já está disponível em todas as principais plataformas de streaming.
Por Joao Ribeiro 16 de junho de 2026
Os fãs da música urbana já podem se preparar para um dos grandes encontros do ano. A Tribo da Periferia e Hungria foram confirmados na programação do Copa Experience Goiânia, que será realizado no dia 20 de junho, no Centro Cultural Oscar Niemeyer. O evento promete reunir milhares de pessoas em uma celebração marcada por grandes sucessos do rap nacional. Com uma trajetória consolidada na cena musical brasileira, a Tribo da Periferia se destaca por letras que retratam a realidade das periferias, além de mensagens de superação e identidade cultural. O grupo acumula milhões de visualizações nas plataformas digitais e conquistou uma legião de fãs em todo o país com músicas que se tornaram verdadeiros hinos do rap nacional. Já Hungria segue como um dos artistas mais populares do gênero, com uma carreira marcada por hits que misturam rap, hip-hop e elementos da música pop. Além dos palcos, o cantor vive um momento especial com a expectativa em torno do lançamento de seu novo filme, projeto que amplia sua atuação artística e fortalece sua conexão com o público. A Rádio Moov acompanha de perto essa trajetória. Hungria já passou pelos estúdios da emissora e concedeu uma entrevista especial, que está disponível na íntegra em nosso site. E a cobertura do Copa Experience terá um ingrediente a mais: a equipe da Moov prepara conversas exclusivas com Hungria e Tribo da Periferia para trazer aos ouvintes e leitores todos os detalhes dos bastidores, novidades da carreira e os próximos projetos dos artistas.
Por Joao Ribeiro 1 de junho de 2026
Goiânia será palco de um dos maiores eventos universitários do Brasil entre os dias 4 e 7 de junho. O Maior Inter 2026 chega à capital goiana reunindo milhares de estudantes de diversas instituições de ensino em uma programação que combina competições esportivas, integração entre atléticas e grandes festas com atrações nacionais. Durante o dia, os participantes acompanham disputas esportivas em diferentes modalidades no Clube SESI Ferreira Pacheco, no Setor Santa Genoveva. Já à noite, o público segue para a Arena Multiplace, que recebe as tradicionais festas temáticas do evento em formato open bar. A programação musical deste ano traz alguns dos nomes mais populares da cena urbana brasileira. A abertura, na quinta-feira (4), terá como tema “Copa” e contará com apresentações de Hariel e Ebony. Na sexta-feira (5), a noite “Fantasia” recebe Veigh, GP da ZL e Fluxo One. Encerrando a programação principal, o sábado (6) será marcado pela tradicional festa do pijama, com shows de Mayke & Rodrigo, Yuri Redicopa e Noobreak. Entre os destaques do line-up está Hariel, um dos maiores representantes do funk nacional da atualidade. Ebony também chega ao evento vivendo uma das fases mais importantes de sua carreira, consolidada como um dos principais nomes do rap e trap brasileiro. Já Veigh desembarca em Goiânia após uma sequência de sucessos que o colocaram entre os artistas mais ouvidos do país nas plataformas digitais. Além da programação musical, o Maior Inter se destaca por promover a integração entre estudantes universitários de diferentes regiões do Brasil. Ao longo dos anos, o evento se consolidou como uma das maiores experiências do calendário universitário nacional, reunindo esporte, entretenimento e cultura jovem em um único espaço. A expectativa da organização é receber milhares de participantes durante os quatro dias de evento, movimentando não apenas o cenário universitário, mas também setores como turismo, hospedagem e entretenimento na capital goiana. Os ingressos e pacotes para o festival seguem disponíveis por meio da plataforma oficial de vendas do evento. 
Por Joao Ribeiro 27 de maio de 2026
O funk paulista vai ganhar uma releitura inédita no próximo dia 8 de agosto. MC Hariel foi anunciado como protagonista de um espetáculo que mistura funk, música clássica e cultura urbana no Auditório Simón Bolívar, em São Paulo. A proposta transforma sucessos da carreira do artista em versões orquestradas, unindo beats, cordas e metais em uma experiência pensada para aproximar diferentes universos musicais. Batizado pela produção como uma verdadeira “orquestra de fluxo”, o projeto aposta na fusão entre o peso do funk e a grandiosidade da música sinfônica. Além das músicas que marcaram a trajetória de Hariel, o espetáculo também revisita referências que influenciaram sua caminhada artística dentro da cultura periférica. A direção musical fica sob comando de Nave Beatz, produtor conhecido por trabalhos importantes dentro do cenário urbano brasileiro. Já a regência será assinada pelo maestro Xuxa Levy, responsável por conduzir os arranjos que prometem dar uma nova identidade às faixas do cantor. Outro destaque da apresentação será a experiência visual e cenográfica. A direção criativa, assinada por Drica Lara, utilizará a estrutura em semiarena do Auditório Simón Bolívar para aproximar músicos, artista e público, criando uma atmosfera imersiva durante todo o espetáculo. O projeto chega ao Brasil após experiências semelhantes em mercados internacionais como Estados Unidos e África do Sul, onde nomes como Metro Boomin e Asake participaram de apresentações que uniam música urbana e orquestra. Agora, a iniciativa desembarca em São Paulo com a proposta de valorizar o funk brasileiro dentro de uma nova estética musical e performática. MC Hariel é hoje um dos maiores nomes do funk nacional e frequentemente utiliza sua música para abordar temas ligados à periferia, realidade social, família e superação. A apresentação promete justamente ampliar essa conexão emocional por meio de uma sonoridade mais sofisticada, sem perder a essência das ruas. Os ingressos para o espetáculo já estão disponíveis no site oficial do evento.
Por Joao Ribeiro 22 de maio de 2026
Misturando trap, forró e referências da cultura nordestina, o artista lança nesta sexta-feira (22) o single “Drogas e Sanfona”, parceria com. A faixa chega às plataformas digitais via trazendo uma proposta que une a estética urbana do trap com elementos tradicionais do forró. Conhecido também como “Caranguejo do Trap”, Mago de Tarso aposta em uma sonoridade marcada pela presença da sanfona e por influências da música nordestina dentro de uma construção contemporânea. Produzida por Drake D.N, a faixa mistura romance, desejo, lifestyle e referências dos hits dos anos 2000. Segundo o artista, a inspiração para a música veio diretamente do clássico, de, mas reinterpretada dentro do universo nordestino. “‘Drogas e Sanfona’ nasce desse encontro entre o peso do trap e a identidade do forró. A ideia era criar uma sonoridade moderna, mas sem perder o regionalismo, trazendo elementos que fazem parte da nossa cultura para dentro de uma estética mais atual”, comenta Mago de Tarso. A faixa também reforça um movimento que vem aproximando gêneros tradicionais da cultura nordestina da linguagem das ruas, do trap e do streetwear. Para DUPÊ, o objetivo é atualizar o forró sem perder sua essência cultural. “A gente tá trazendo o forró e os gêneros clássicos do Nordeste para uma nova estética, conectada com a juventude de hoje. Não é abandonar a raiz, é colocar a tradição dentro do nosso tempo”, afirma o artista. Além da música, o lançamento também ganha um audiovisual oficial no YouTube, ampliando a proposta estética do projeto. A capa do single traz referências visuais inspiradas na banda, um dos maiores nomes da história do forró nacional. “Drogas e Sanfona” já está disponível em todas as plataformas digitais.
Por Joao Ribeiro 21 de maio de 2026
Entre manobras, concreto, guitarras distorcidas e encontros da cena independente, o Goiânia Crew Attack 2026 transforma novamente o Bacião, no tradicional Setor Sul, em um dos principais pontos de cultura urbana da capital. O evento acontece entre os dias 21 e 24 de maio e chega à 17ª edição reunindo atletas de várias regiões do país, além de nomes da música alternativa e da cena underground brasileira. Mais do que uma competição de skate, o Crew Attack construiu ao longo dos anos uma identidade ligada à ocupação cultural da cidade, misturando esporte, arte, música e convivência em um mesmo espaço. A programação deste ano reforça essa proposta com disputas de obstáculos, oficinas infantis, estreias de vídeos, DJs, bandas e afters espalhados pelo circuito alternativo da Rua 8. Entre os destaques musicais da edição estão os shows das bandas Agnoize, Banana Bipolar, Entropia, de São Paulo, e Papangu, grupo paraibano conhecido por misturar rock progressivo, metal e experimentalismo. A curadoria musical ainda atravessa diferentes vertentes da cena independente com DJ sets de nomes como Daniel de Melo, Arroiz, Gabi Matos, Ju Gonzaga, Poli, The Kidz e Baqueta. No skate, a programação inclui disputas do GCA Open 2026 em diferentes obstáculos espalhados pela pista, como mesa de piquenique, paredinha, corrimão, hubbas e quarter. Também acontecem desafios especiais, como o Monster Ollie Challenge, além da tradicional Mini Crew Attack, voltada para o público infantil. A proposta do evento mantém viva uma característica histórica da cena goianiense: a conexão entre skate e música alternativa. Ao ocupar o espaço público durante quatro dias, o Crew Attack reforça o Bacião como um dos pontos simbólicos da cultura urbana em Goiânia, reunindo diferentes gerações em torno do esporte, da arte independente e da vivência coletiva da cidade. Serviço Goiânia Crew Attack 2026 📍 Praça Maria Angélica (Bacião) – Setor Sul, Goiânia (GO) 📅 21 a 24 de maio 🎟 Entrada gratuita Instagram: @crewattack @ambiente.produ Programação Quinta-feira (21) 16h — Início e reconhecimento para inscritos 17h — DJ Set Rxtazana 19h30 — Black Media F1 Race 20h — Show Agnoize 21h — DJ Set Rxtazana 22h — Encerramento After no Zé Latinhas (Rua 8) com DJ Daniel de Melo Sexta-feira (22) 16h — DJ Set Rhuan 17h — Disputa Heineken 0.0 18h — DJ Set Pacheco 18h — 1º Obstáculo GCA Open 2026 (Mesa de Piquenique) 20h30 — Premières 21h30 — Show Banana Bipolar After no Furna (Rua 8) com Arroiz (SP), Gabi Matos e Cadela Céu Sábado (23) 12h — Início 14h — 2º Obstáculo GCA Open 2026 (Paredinha) 14h — DJ Set Baqueta (CWB) 16h30 — Monster Ollie Challenge 17h — 3º Obstáculo GCA Open 2026 (Escada, corrimão e hubbas) 17h — DJ Set The Kidz (SP) 20h — Show Entropia (SP) After na Dox com Entropia, Nubreak, Cotinz, Ju Gonzaga e DJ Poisnão  Domingo (24) 10h — Mini Crew Attack + Oficina Infantil 14h — 4º Obstáculo GCA Open 2026 (Side Stripe Vans) 14h — DJ Set Ju Gonzaga (Selvática) 16h — DJ Set Poli (Selvática) 17h — 5º Obstáculo GCA Open 2026 (Quarter) 18h — DJ Set Gabi Matos (Selvática) 20h — Premiação 21h — Show Papangu (PB) 22h — Final Feliz
Por Joao Ribeiro 19 de maio de 2026
A trilha sonora da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 já tem nome, elenco e proposta: reunir diferentes gerações e sonoridades da música brasileira em uma faixa que aposta no orgulho nacional e na emoção do torcedor. Lançada pela CBF neste domingo (17), “Bate no Peito” chega às plataformas digitais com vozes de Ludmilla, João Gomes, Zeca Pagodinho, Samuel Rosa e Veigh. Com produção musical assinada por Papatinho, a música mistura pagode, trap, funk, pop e piseiro em uma composição que tenta traduzir a diversidade cultural brasileira dentro de uma mesma faixa. A ideia é que a canção acompanhe a entrada da Seleção em campo durante os jogos da Copa do Mundo. Mais do que um hino esportivo tradicional, “Bate no Peito” aposta na força dos artistas e na pluralidade musical para criar identificação com públicos diferentes. A presença de Zeca Pagodinho e Samuel Rosa conecta gerações mais antigas da música brasileira, enquanto Ludmilla, Veigh e João Gomes aproximam a campanha de uma nova geração que consome futebol também através da cultura pop, redes sociais e festivais. A letra da música reforça temas como pertencimento, esperança e orgulho de ser brasileiro, costurando sotaques e estilos musicais distintos em torno da ideia de união nacional durante a Copa. Outro destaque do projeto é o caráter social anunciado pela CBF: segundo a entidade, os royalties arrecadados com a música serão destinados ao Instituto Fome de Música, responsável por transformar os recursos em doações de alimentos. O lançamento acontece às vésperas da convocação oficial da Seleção Brasileira para o Mundial, marcada para esta segunda-feira (18), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. A Copa do Mundo de 2026 começa em 11 de junho, e o Brasil estreia no torneio no dia 13, contra a Escócia. A movimentação também acompanha uma tendência cada vez mais forte no futebol internacional: transformar grandes competições em experiências culturais globais. Recentemente, a Fifa anunciou “Dai Dai”, parceria entre Shakira e Burna Boy, como música oficial da Copa. O Mundial de 2026 também terá, pela primeira vez na história, um show no intervalo da final, com apresentações previstas de Shakira, Madonna e BTS. 
Por Joao Ribeiro 11 de maio de 2026
A 79ª Pecuária de Goiânia 2026 promete ser uma das edições mais animadas dos últimos anos, reunindo grandes nomes da música nacional e eletrônica no Parque de Exposições Pedro Ludovico Teixeira, na Vila Nova. Entre os destaques da programação estão os DJs Jiraya Uai e Alok, artistas que representam estilos diferentes, mas que conquistam multidões por onde passam. A presença dos dois reforça a diversidade musical do evento, que acontece entre os dias 14 e 24 de maio. Fenômeno do eletrofunk brasileiro, Jiraya Uai sobe ao palco no sábado, 23 de maio, trazendo um show marcado por batidas eletrônicas, mistura de ritmos e muita interação com o público. O artista ganhou destaque nacional nas redes sociais e nos festivais pelo estilo irreverente e pela capacidade de transformar apresentações em verdadeiras festas. Na mesma noite, ele divide a programação com a dupla sertaneja Jads & Jadson, criando uma mistura de sonoridades que promete agitar a arena da Pecuária. Já Alok chega como um dos nomes mais aguardados da edição. Reconhecido internacionalmente, o DJ brasileiro acumula hits de sucesso e apresentações nos maiores festivais do mundo, como Tomorrowland e Rock in Rio. Sua participação na Pecuária de Goiânia mostra como o evento vem ampliando espaço para a música eletrônica, atraindo um público jovem e fortalecendo a conexão entre tradição agropecuária e entretenimento moderno. Além dos shows, a Pecuária de Goiânia 2026 contará com rodeios, exposições, praça de alimentação e diversas atrações culturais. A expectativa é de grande movimentação durante todos os dias do evento, especialmente nas noites comandadas pelos DJs. Com entrada gratuita em várias datas e uma programação diversificada, a festa deve reunir milhares de pessoas e consolidar mais uma vez a Pecuária como um dos maiores eventos populares de Goiás.
Por Joao Ribeiro 7 de maio de 2026
A cena do beatbox e do Hip-hop goiano se mobilizam neste domingo, 10 de maio, para apoiar um dos maiores talentos brasileiros da atualidade. O evento acontece a partir das 17h, na Rua 83, no Setor Sul, no Zona Pub, em Goiânia, em uma edição especial de despedida do artista Penido, que embarca rumo à Alemanha para disputar o Campeonato Mundial de Beatbox 2026, em Berlim. Aos 20 anos, Penido vive um momento histórico na carreira após conquistar uma vaga entre os oito melhores beatboxers do mundo no German Beatbox Championship 2026. O artista garantiu classificação através das seletivas internacionais por vídeo, conhecidas como wildcards, alcançando o 4º lugar no ranking mundial da competição. Além de representar Goiás no cenário internacional, Penido também se tornou referência no fortalecimento da cultura beatbox no Brasil. Campeão nacional recentemente em São Paulo, ele é fundador da CBB Beatbox Community, iniciativa que promove batalhas, eventos e oportunidades para novos artistas da cena independente. O evento de despedida contará com apresentações de nomes da música e da cultura urbana goiana, incluindo Capitu, Serjão, Vida Clara, MC Ghossi, Fabiana Miranda, Léo Martine e o DJ DJ Vidal. Toda a renda arrecadada com ingressos e doações será destinada aos custos da viagem, incluindo passagens, hospedagem e taxas internacionais. Os ingressos estão disponíveis por R$10, além de opções de contribuição solidária através da plataforma Shotgun. O encontro simboliza a força da cultura independente e o apoio coletivo para levar um artista goiano ao palco mundial do beatbox.
Por Joao Ribeiro 4 de maio de 2026
Tem artistas que a gente simplesmente descobre e tem aqueles que fazem parte da nossa história. Pra mim, Shakira está neste lugar. Minha relação com ela começou há mais de 30 anos. Eu tinha 13 quando vi um show no Clube Jaó e já dava pra perceber que tinha algo diferente ali. Era uma energia crua, rock, com uma identidade latina muito forte. Tinha discurso, emoção e, principalmente, uma vontade enorme de estar no palco. Não era só um show. Era necessidade. É bonito pensar que uma artista desse tamanho começou construindo tudo na estrada, rodando o Brasil e passando por cidades fora do eixo. Isso diz muito. Não é só carreira, é formação. É criar presença, verdade. Anos depois, quando subi com a minha primeira banda, Johnny Suxxx n’ the Fucking Boys, no mesmo palco em que ela tocou, senti algo difícil de explicar. Foi uma mistura de realização com pertencimento. Não era só tocar. Era ocupar um lugar que já tinha um significado enorme pra mim. Era fechar um ciclo e começar outro. Era estar exatamente onde eu queria estar: no palco. Por isso, não foi só assistir a mais um espetáculo. Foi um encontro entre quem eu fui, quem eu sou e tudo que a música ajudou a construir no caminho. Olhando de forma mais técnica, o que ela faz ali impressiona. O show funciona como uma linha do tempo viva, que conecta diferentes fases da carreira com inteligência. O repertório alterna momentos de explosão com outros mais íntimos, sem perder o ritmo. A direção de palco é precisa. Sabe quando crescer e quando segurar. A banda é sólida, os arranjos respeitam os clássicos e ainda trazem frescor. E a voz continua ali, forte, reconhecível, cheia de identidade. Mas, mais do que qualquer detalhe técnico, o que marca é a entrega. Mesmo passando por momentos pessoais difíceis, como a saúde do pai pouco antes do show, ela sobe no palco inteira. Sem economizar. Existe um compromisso real de dar tudo. Isso não se improvisa. O palco não aceita mais ou menos. Como dizia Márvio dos Anjos, da banda Cabaré: O PALCO NÃO PODE SER POUCO. E quando esse show acontece em Copacabana, tudo ganha mais peso. Não é só música. É também representatividade. Ver uma mulher latino-americana ocupando esse espaço com essa força é potente. Shakira não está ali só por ela. Ela carrega uma história maior, de mulheres que abriram caminho e afirmaram sua voz em espaços que nem sempre foram feitos pra elas. A escolha dos convidados deixa isso ainda mais especial. Anitta, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Ivete Sangalo não estão ali só como participações. São símbolos da música brasileira. Artistas que ajudaram a construir história e identidade. Colocar essas vozes no palco é mais do que um gesto de carinho com o Brasil. É uma troca real. No fim, o que fica vai além do espetáculo. Fica a sensação de estar diante de uma artista que construiu tudo com consistência, coragem e verdade. Em um momento em que números e algoritmos parecem decidir o que importa, artistas assim lembram que carreira não é só sobre plays. É sobre permanência, conexão e significado. E talvez seja isso que mais me emociona. Aquela garota intensa, cheia de energia, que eu vi lá atrás no Clube Jaó, ainda está ali. Maior, mais madura, mais sofisticada.  Mas com a mesma chama acesa.
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